segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Zequinha partiu


É nas pequenas despedidas que sentimos o quão incompletos somos. Zequinha, meu cachorro baleia assassina, guloso, raivoso, meigo, curioso, enfim, uma infinidade de adjetivos que só quem o conhecia poderia lhe dar, partiu. Senti o peso de não ter lhe dado o último beijo, a última brincadeira, o último passeio de corrente. Senti o peso de não ter lhe cheirado e abraçado uma última vez, num último adeus.
Sufoco as lágrimas, silencio-me nesse desabafo. Enfim, perco meu Zequinha para o nada, para o esquecimento. Foi bom demais enquanto durou. Não foi apenas um cachorro, mas parte de mim. Foi Zequinha, meu eterno cão baleia assassina.

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