segunda-feira, 18 de janeiro de 2010

Sonho estranho


Vou relatar brevemente o tipo de sonho a que me sucumbi. Freud teria diversas explicações, mas ele se foi e eu não estou com vontade de garimpar no Google o significado das coisas que me acometeram nesta noite. Só sei que, não fugindo à regra geral dos meus sonhos, foi estranho. Seguem os lapsos de memória.

Eu vestia terno, estava com gel no cabelo e usava um chapéu preto. Encontrei minha tia e meu primo numa rua, dando risada. Surgiu um fotógrafo, que fotografou nós três e ainda me disse que eu tinha saído bem na foto, apesar de parecer "meio idiota" em algumas. Olhei ao lado e a rua Dom Pedro estava tomada por uma estranha quadrilha junina.

Só sei que depois eu havia sido convidado para um churrasco numa chácara. Fui de carro até lá e, ao chegar, a chácara se transformou numa casa, com piscinas e árvores dentro dela. Descobri que era de uma tia por parte de pai, excêntrica por sinal. Havia duas piscinas na sala, sendo uma com formato de beija-flor com rabo de baleia (não me pergunte o que é isso, mas foi o que meu inconsciente explicou no sonho). Também havia várias goiabeiras.

Do nada, eu estava em minha casa, com um tambor azul, cheio de água. Peguei um copo, coloquei terra nele e introduzi duas mudas de uma planta áquatica. Ainda disse alto e em bom som: "vou preparar esse tambor para plantar sementes de lótus". Coloquei os copos com terra dentro do tambor e as plantas cresceram. Surgiu um imenso galho de goiaba.

Eu o joguei ao lado e vi várias goiabas com formato de abacate e pequenos espinhos. Apanhei algumas frutas ainda verdes e o galho jogado se transformou numa imensa goiabeira, que escalei. No local, uma penca de bananas todas grudadas (havia 15 no total). Alguém me disse que este estranho fenômeno se chamava "cachoiaba" e que só havia ocorrido no sul do país. Portanto, eu deveria enviá-las ao Willian Bonner e, por isso, pus-me a descascá-las. Não lembro de mais nada.

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